9 de dezembro de 2011

Chiken Pot Pie ou Uma delicia ao paladar.

Imaginem um daqueles dias gelados. Em que apetece uma sopa quente e uma manta no sofá. Agora juntem à sopa quente uma deliciosa tarte de frango, feita com amor e carinho. O resultado é um almoço recheado de sensações deliciosas.

E tudo muito fácil. Reparem:

Comprem uma massa pré-feita (mil folhas ou folhada, dependendo da marca assim a designação);
4 peitos de frango, que depois de cozidos são desfiados;
1 lata de ervilhas;
1 lata de rebentos de soja;
1 lata de milho doce;
1 cebola média;
1 chouriço de carne cortados aos cubos;
1 embalagem de salsicha (uso as do Campofrio!) cortadas às rodelas;
1 dente de alho;
Azeite e sal q.b.
vinho para temperar;

Depois de fazer um refogado, com a cebola, o dente de alho, o azeite e o vinho, introduzir o chouriço de deixar cozinhar um pouco. Depois, as salsichas e o frango. Deixar apurar no refogado. Por último, introduzir os vegetais. Deixar cozinhar um pouco, tendo em atenção para não criar muito molho, porque na hora de colocar o preparado na tarte, a massa pode ficar ensopada e não vai ficar como pretendido. Depois de todos os ingredientes estarem cozinhados, reservar.
Numa tarteira ou forma, colocar a massa pré-feita conforme instruções do fabricante (algumas carecem de ser pinceladas com gordura, outras não), forrando a parte de baixo. Introduzir lá dentro o preparado anterior com o mínimo de molho possível e de seguida, tapar com o resto da massa. Ir ao forno (180º) durante 15 minutos, aproximadamente - o tempo de a massa cozer.

Acompanhada com um arroz branco e as pessoas que mais gostamos, é uma verdadeira satisfação.


11 de novembro de 2011

Sopa de Peixe com Camarão

A receita é daqui. Uma verdadeira delicia, digo-vos eu. Para quem gosta dos sabores do mar conjugados com os da terra, tem mesmo de experimentar. DI-VI-NAL.


650g de safio (3 postas) ou outro peixe a gosto
350g de camarão com casca
1dl de azeite
1 cebola grande
3 dentes de alho
2 batatas
3 cenouras
1Kg de tomate maduro
1 tira de pimento vermelho
1 ramo de coentros
1 malagueta (facultativo)
150g de massa cotovelinhos
2L de caldo de cozedura do peixe
sal

Cozer o peixe em água temperada com sal. Uns minutos antes de retirar o lume adicionar o camarão. Coar o caldo e reservar.
Limpar o peixe de peles e espinhas. Tirar a casca e as cabeças ao camarão.
  Refogar no azeite, em lume brando, a cebola picada, o alho picado, o pimento cortado em pequenos cubos.
Juntar o tomate cortado, limpo de peles e sementes, e um ramo de coentros picados. Deixar cozinhar um pouco.
Adicionar as batatas e as cenouras cortadas em cubos e a malagueta. Temperar com sal e adicionar 1 dl de caldo de cozedura do peixe. Tapar a panela e deixar cozinhar.
Com o passe-vite ou a varinha mágica triturar o preparado anterior. Adicionar o restante caldo. Assim que levantar fervura juntar o peixe, o camarão cortado em pedaços e a massa cotovelinhos. Assim que a massa estiver cozida retirar e servir.

24 de outubro de 2011

{beijinhos de preta}

Brigadeiros


2 latas de leite condensado

1 pacote de chocolate em pó
2 colheres de sopa de manteiga
Açúcar ou raspas de chocolate para polvilhar

Numa panela, em lume brando, misturam-se todos os ingredientes e mexendo sempre, vamos cozendo o leite com o chocolate e a manteiga, até que se obtenha aquele ponto em que ao atravessar a colher pelo meio da panela, se vá deixando um caminho para ver o fundo da panela. Isto leva mais ou menos 10/15 minutos.
Quando conseguirmos esse ponto, devemos deixar arrefecer o chocolate. Poderá demorar algumas horas e não aconselho que ponham a panela no frio, pois o chocolate fica muito 'esponjoso'.
Assim que estiver frio, untamos as mãos com óleo de cozinha e vamos fazendo bolinhas, que podemos polvilhar com o açúcar ou com as raspas de chocolate. Eu prefiro o açúcar, pois sempre fiz assim.

Aproveitando a onda, os brigadeiros também podem ser de coco, se substituirem o chocolate por coco ralado. Igualmente deliciosos.

A minha veia doce.

Dizem que saio à minha avó materna, que fazia doces e bolos como ela só. São as mais doces recordações que tenho da minha infância: os doces da minha avó. Ninguém no mundo fazia um bolo de chocolate melhor que o dela, nem o de pão-de-ló, nem o de fubá, nem os brigadeiros, nem as bavaroises de ananás, nem os bolos de vinho da madeira..
Dizem que herdei dela o toque especial para fazer bolos. Eu não acho, nem pouco mais ou menos. Tento vir aperfeiçoando os toques, os truques, os segredos. Mas nada se compara à recordação do cheiro de um bolo acabado de fazer pela Alice, a minha avó.
E que deixa tantas saudades.

22 de outubro de 2011

dos pequenos temperos, saem grandes sabores

Se eu consigo ter plantas em casa sem lhes dar cabo da vida, então qualquer pessoa consegue. Ou as afogo ou as deixo morrer à sede. Contudo, estas amigas muito saborosas e bem cheirosas, parece que já nascem ensinadas. São umas queridas e com pouco trabalho, cumprem o que prometem.







À venda nas grandes superficies, são baratinhas, fáceis de transportar, já chegam plantadas e tudo e trazem 'livro de instrucções' para as pessoas menos dadas à hortofruticultura, como eu.
Usem e abusem das ervas aromáticas. Para além de darem um sabor especial aos vossos pratos, fazem com que utilizem menos sal, pois já conferem tempero à comida.
Neste momento, tenho em casa oregãos, cebolinho, basilico (manjericão) e menta.


21 de outubro de 2011

o primeiro prato que aprendemos a fazer quando somos estudantes

Esparguete à Bolonhesa


Quando temos dezoito anos, achamos que esparguete à bolonhesa é sinónimo de esparguete cozido com carne picada e molho de tomate. Com um bocado de sorte, somos capazes de ter lá por casa um queijo qualquer para misturar. Quando temos trinta e dois e já somos exigentes com aquilo que ingerimos, sabemos que esparguete à bolonhesa é muito mais que isso. A massa tem de estar al dente, a carne picada tem de ser suave e tenra, o molho tem de parecer veludo.. e, convenhamos, não vamos ralar 'la vache que rit' para adornar o nosso prato, certo?

Pois que, foram precisos alguns anos para aperfeiçoar o primeiro prato que fiz sozinha, enquanto estudante. Depois de muitas tentativas e invenções, de põe natas e tira natas, põe cenoura tira cenoura, aprimorei a receita que hoje vos trago. E que deixa qualquer um a lamber o prato.



Como podem ver, do mais simples que possa existir, o segredo está no molho que fazemos e onde vamos cozinhar a carne. E os principais ingredientes no molho são as ervas aromáticas frescas. Aqui as quantidades não interessam muito. Obviamente, coloco ali esparguete para quatro pessoas, mas na realidade, na hora de fazer, faço a olho. Já as embalagens de carne picada, indicam a quantidade de pessoas que, provavelmente, aquela embalagem pode servir. O queijo, bem.. esse é opcional, por isso não dei qualquer indicação. Como não suporto o cheiro do parmesão, opto por outros mais suaves: mozarella, emmental.. muitas vezes, nem sequer coloco. Acho que é uma questão de gosto.

porque não se cozinha sem música..